A pseudartrose da fratura da diáfise de fêmur tratada com haste intramedular pode estar relacionada a
- obesidade.
- falta de exposição ao sol.
- dieta deficiente em cálcio.
- uso de anti-inflamatórios não hormonais.
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Conceito-chave
A fratura da diáfise do fêmur tratada com haste intramedular bloqueada fresada consolida em mais de 95% dos casos. A pseudartrose é rara, e alguns fatores aumentam o risco.
Os fatores relacionados:
anti-inflamatórios não hormonais: inibem a ciclo-oxigenase 2 (COX-2) e as prostaglandinas, que participam da inflamação inicial e da formação do calo; o uso prolongado em doses altas se associa a retardo de consolidação e pseudartrose;
tabagismo: diminui a irrigação e a atividade dos osteoblastos;
fratura exposta, perda óssea, infecção;
fixação inadequada: haste fina demais, sem fresar, ou bloqueio inadequado;
diabetes e outras doenças metabólicas.
As outras opções: a obesidade, a pouca exposição ao sol e a dieta pobre em cálcio podem afetar a saúde óssea em geral, mas não são os fatores classicamente ligados à pseudartrose da diáfise do fêmur com haste.
O tratamento da pseudartrose: troca da haste por uma mais grossa, com nova fresagem (exchange nailing), ou placa auxiliar com enxerto.
Na prova: a pseudartrose da diáfise do fêmur com haste pode estar relacionada ao uso de anti-inflamatórios não hormonais.
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