A incidência de artrose pós-traumática com dor e limitação funcional é mais rara na fratura do
- calcâneo.
- acetábulo.
- pilão tibial.
- planalto tibial.
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Conceito-chave
A artrose pós-traumática depende de quanto a fratura lesa a cartilagem, da congruência que sobra e de quanto a articulação tolera irregularidades.
As fraturas articulares com mais artrose sintomática:
pilão tibial: o tornozelo é pequeno e muito congruente; a energia que esmaga o plafond lesa a cartilagem, e a artrose é muito frequente;
calcâneo: a faceta posterior da subtalar afunda e se fragmenta; a artrose subtalar sintomática é comum, e muitas vezes termina em artrodese;
acetábulo: degraus maiores que 1 a 2 mm no teto de carga levam à artrose do quadril.
O planalto tibial: tem a artrose sintomática mais rara entre essas. O joelho tolera melhor pequenos degraus, porque os meniscos distribuem a carga e a cartilagem do planalto é espessa. O que mais leva à artrose no planalto é a instabilidade e o mau alinhamento (varo ou valgo residual) e a retirada do menisco, mais do que um degrau pequeno.
A lição: no planalto, priorizar o alinhamento, a estabilidade e a preservação do menisco.
Na prova: a artrose pós-traumática com dor e limitação é mais rara na fratura do planalto tibial.
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