Na fratura do calcâneo, a complicação mais frequentemente observada após a osteossíntese é a
- infecção óssea.
- necrose da ferida.
- lesão do nervo sural.
- síndrome compartimental.
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Conceito-chave
A osteossíntese do calcâneo pela via lateral estendida (incisão em L) tem um problema conhecido: a ferida.
A complicação mais frequente: a necrose da ferida (deiscência, necrose do ângulo do L), em 10 a 25% dos casos. O retalho fasciocutâneo depende da artéria calcânea lateral, e a pele do calcanhar é fina e mal irrigada.
Os fatores de risco: tabagismo, diabetes, doença vascular, fratura exposta, operar cedo demais (antes do sinal do enrugamento), tempo cirúrgico longo e tração excessiva do retalho.
As outras complicações:
infecção óssea (osteomielite): menos frequente, mas grave, muitas vezes depois de uma necrose de ferida;
lesão do nervo sural: frequente na via estendida, mas menos que os problemas de ferida;
síndrome compartimental do pé: ocorre com a fratura, não é típica da osteossíntese;
artrose subtalar pós-traumática, a longo prazo.
A tendência atual: vias menos invasivas (seio do tarso) e técnicas percutâneas, com menos complicações de ferida.
Na prova: a complicação mais frequente após a osteossíntese do calcâneo é a necrose da ferida.
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