A fratura do terço distal da clavícula do grupo II, tipo IIA, de ALLMAN é
- medial ao ligamento conoide.
- lateral ao ligamento conoide.
- medial ao ligamento trapezoide.
- lateral ao ligamento trapezoide.
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Conceito-chave
No tipo IIA, o traço fica medial ao conoide, deixando conoide e trapezoide presos ao fragmento distal. A é a referência mais específica para reconhecer esse padrão.
O conoide é medial e o trapezoide lateral. Imagine percorrer a clavícula do esterno para o acrômio: ao encontrar a fratura antes do conoide, as duas inserções coracoclaviculares permanecem do lado distal. O fragmento medial perde essa contenção e sobe; o distal continua ligado à escápula, que desce com o braço (Rockwood, 10ª ed., cap. 34, “Neer, modificada por Rockwood”).
No IIB, o traço passa entre os dois ligamentos, com ruptura do conoide e trapezoide ainda preso distalmente. Essa é a diferença útil, e não apenas decorar a sequência das letras. Allman organiza a clavícula em terços; o detalhamento IIA/IIB vem das modificações do sistema distal descritas no resumo.
A alternativa C tem uma imprecisão importante. Se uma fratura está medial ao conoide, ela também está medial ao trapezoide, que fica mais lateral. Dizer apenas “medial ao trapezoide” não localiza exclusivamente o intervalo entre os ligamentos. Logo, C é mais ampla e não deve ser ensinada como uma afirmação obrigatoriamente falsa.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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