A fratura da glenoide que envolve seu terço superior e inclui o processo coracoide é classificada segundo IDEBERG como tipo
- I
- II
- III
- IV
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Conceito-chave
Glenoide superior acompanhada do coracoide corresponde ao tipo III de Ideberg-Goss. O traço sai pela borda superior da escápula, deixando no fragmento a porção superior da fossa e o coracoide. Essa combinação anatômica diferencia o III do II, que separa a parte inferior.
A classificação começa pelas bordas: tipo I é borda anterior ou posterior. Depois entram as fraturas centrais da fossa: II sai lateralmente; III, superiormente; IV atravessa o corpo até a borda medial. O tipo V combina trajetos, e o VI é cominuto.
| Pista do traço | Tipo correspondente |
|---|---|
| Borda anterior/posterior | I |
| Glenoide inferior, saída lateral | II |
| Glenoide superior com coracoide | III |
| Traço pelo corpo até a borda medial | IV |
O enunciado fala em terço superior; a tabela do resumo usa metade superior, e a descrição da série do autor informa variação da parcela envolvida. O dado que resolve não é uma fração rígida, mas a porção superior da fossa com o coracoide e a saída superior do traço.
Classificar não basta para indicar tratamento. Tamanho, desvio, congruência e estabilidade da cabeça também precisam ser avaliados. O autor critica classificações que descrevem o trajeto sem traduzir os aspectos que mudam a conduta.
Leia “Ideberg modificada por Goss”, na Biblioteca. Acompanhe a saída do traço e o que o fragmento leva consigo.
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