Na lesão crônica do tendão quadricipital, a técnica demonstrada na imagem a seguir é a de

- SCUDERI.
- KELIKIAN.
- KRACKOW.
- CODIVILLA.
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Conceito-chave
O que a figura mostra. Em três tempos: no primeiro, o tendão quadricipital roto e retraído, com uma falha acima da patela, e um V invertido desenhado em tracejado no tendão proximal. No segundo, o V foi cortado e os cotos da ruptura suturados. No terceiro, o retalho em V desceu para cobrir a junção, e a parte superior do V foi fechada lado a lado, deixando a configuração de Y. É o alongamento de Codivilla.
Por que alongar. A ruptura crônica do quadricipital, com mais de 2 semanas, retrai o músculo, e a falha pode chegar a 5 cm. O Rockwood (10ª ed., cap. 60) descreve uma escada: se o coto alcança a patela, reparo primário; se não, eleva-se o músculo do fêmur e liberam-se aderências; se ainda falta, o V invertido de espessura total no segmento proximal, com a margem inferior a 1,3 a 2 cm acima da ruptura. O V empresta comprimento ao tendão; o fechamento lado a lado transforma o V em Y.
O detalhe que a banca explora. Há um retalho de espessura parcial, rebatido para distal, que a banca chama de técnica de Scuderi. Ele reforça uma sutura, mas não alonga. Quem ganha comprimento é o V de espessura total. Os resultados no crônico são piores que no agudo.
Na prova: quadricipital crônico, retraído, com V invertido virando Y = Codivilla.
O trecho sobre rupturas crônicas, no resumo de patela e mecanismo extensor, traz as medidas do V.
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