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Questão de Fratura da patela e lesão do aparelho extensor (TEOT 2023)

Trauma adultoFratura da patela e lesão do aparelho extensorTEOT 2023

Na lesão crônica do tendão quadricipital, a técnica demonstrada na imagem a seguir é a de

Figura da questão trauma-1074
  1. SCUDERI.
  2. KELIKIAN.
  3. KRACKOW.
  4. CODIVILLA.
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Gabarito: D · CODIVILLA.

Conceito-chave

O que a figura mostra. Em três tempos: no primeiro, o tendão quadricipital roto e retraído, com uma falha acima da patela, e um V invertido desenhado em tracejado no tendão proximal. No segundo, o V foi cortado e os cotos da ruptura suturados. No terceiro, o retalho em V desceu para cobrir a junção, e a parte superior do V foi fechada lado a lado, deixando a configuração de Y. É o alongamento de Codivilla.

Por que alongar. A ruptura crônica do quadricipital, com mais de 2 semanas, retrai o músculo, e a falha pode chegar a 5 cm. O Rockwood (10ª ed., cap. 60) descreve uma escada: se o coto alcança a patela, reparo primário; se não, eleva-se o músculo do fêmur e liberam-se aderências; se ainda falta, o V invertido de espessura total no segmento proximal, com a margem inferior a 1,3 a 2 cm acima da ruptura. O V empresta comprimento ao tendão; o fechamento lado a lado transforma o V em Y.

O detalhe que a banca explora. Há um retalho de espessura parcial, rebatido para distal, que a banca chama de técnica de Scuderi. Ele reforça uma sutura, mas não alonga. Quem ganha comprimento é o V de espessura total. Os resultados no crônico são piores que no agudo.

Na prova: quadricipital crônico, retraído, com V invertido virando Y = Codivilla.

O trecho sobre rupturas crônicas, no resumo de patela e mecanismo extensor, traz as medidas do V.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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