No tratamento da ruptura crônica do tendão patelar, a técnica de MANDELBAUM consiste em
- reconstrução com tendão calcâneo homólogo.
- reconstrução com tendões flexores autólogos.
- reconstrução com tendões flexores homólogos.
- reparo do tendão com zetaplastia, e reforço com tendões flexores autólogos.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Por que a lesão crônica é diferente. Na ruptura antiga do tendão patelar, a patela pode subir e o aparelho extensor retrair, enquanto cicatriz e aderências impedem um reparo simples sem tensão. O objetivo é recuperar a altura patelar e a continuidade funcional entre quadríceps, patela e tíbia, preservando tecido viável e protegendo a reconstrução durante a cicatrização.
A descrição original de Mandelbaum. A técnica publicada usa encurtamento em Z do tendão patelar alongado, alongamento em Z do tendão do quadríceps e os tendões autólogos semitendíneo e grácil como reforço biológico. A alternativa D resume isso como reparo com zetaplastia e reforço por flexores autólogos. O detalhe importa: a zetaplastia não significa simplesmente alongar o tendão patelar; no relato original, o tendão patelar é encurtado e o quadríceps é alongado para reposicionar a patela.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo