Na luxação intra-articular da patela, o tipo mais comum é o
- lateral.
- medial.
- vertical.
- horizontal.
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Conceito-chave
Uma luxação diferente. A luxação intra-articular da patela é rara e diferente da luxação lateral comum. Por um trauma direto ou uma força que roda a patela sobre um de seus eixos, ela sai da tróclea e entra na articulação, ficando encravada entre os côndilos femorais ou entre o fêmur e a tíbia. O joelho fica bloqueado, geralmente em extensão, com deformidade evidente.
Os tipos. São descritos pelo eixo de rotação da patela. Na luxação horizontal, a patela roda em torno de um eixo transverso, e um dos polos (geralmente o superior, com o tendão do quadríceps arrancado) entra na incisura, com a superfície articular voltada para baixo ou para cima; é mais descrita em adolescentes, com ruptura do tendão do quadríceps. Na luxação vertical, a patela roda em torno do seu eixo longitudinal, ficando de lado, com uma borda encravada no sulco troclear ou entre os côndilos; é mais descrita em idosos, favorecida por osteófitos. Para a banca, o tipo vertical é o mais comum.
O tratamento. A redução fechada sob anestesia pode funcionar na luxação vertical (pressão sobre a borda da patela com o joelho em extensão). As horizontais geralmente exigem redução aberta, pelo encarceramento e pela ruptura do aparelho extensor, que precisa ser reparado. Depois, avaliar lesões osteocondrais e ligamentares.
O contraste com a luxação comum. A luxação lateral da patela é, de longe, a mais frequente de todas as luxações da patela, e não é intra-articular. As luxações mediais são raras e geralmente iatrogênicas (após liberação lateral excessiva).
Na prova: luxação intra-articular da patela: para a banca, o tipo mais comum é o vertical (patela rodada no eixo longitudinal, de lado).
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