Nas fraturas de sacro, conforme a classificação de DENIS, as fraturas e as lesões neurológicas, respectivamente, ocorrem mais frequentemente nas zonas
- I e II.
- I e III.
- II e III.
- ambas na zona II.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A pergunta cruza dois dados: onde mais se fratura e onde mais ocorre lesão neurológica. Na classificação de Denis, a sequência é I e III, alternativa B.
A zona I é a asa, lateral aos forames, e reúne quase metade das fraturas no resumo. A zona II passa pelos forames e representa cerca de um terço. A zona III alcança a região medial e o canal, é a menos frequente, mas tem maior risco neurológico, chegando a 60% (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Denis: as três zonas”).
O trajeto explica a diferença. Mais lateral, o traço fica afastado do canal; medialmente, pode comprometer raízes e cauda equina. Isso não significa que a zona I nunca tenha déficit ou que toda zona III tenha a mesma lesão. O risco se refere ao grupo e precisa ser relacionado ao exame e ao deslocamento.
Traços horizontais e padrões em U/H podem escapar de uma leitura só axial. A reconstrução sagital é importante quando se procura cifose e dissociação espinopélvica, enquanto a classificação de Denis organiza a relação com os forames.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo