Na estabilidade da patela, o músculo vasto medial oblíquo e o ligamento patelofemoral medial atuam predominantemente com o joelho
- entre 0 e 20º de flexão.
- entre 30º e 50º de flexão.
- entre 70º e 90º de flexão.
- acima de 90º de flexão.
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Conceito-chave
Perto da extensão completa, a patela ainda não está plenamente guiada pela tróclea. A contenção por partes moles ganha importância nesse início do movimento; entre os intervalos apresentados, corresponde a 0 a 20 graus, alternativa A.
O resumo situa o engate da patela na tróclea em torno de 20 graus e descreve o LPFM como principal restritor do deslocamento lateral, responsável por mais da metade da contenção medial. Ele se continua com a camada profunda do VMO. Essa relação ajuda a compreender por que o par VMO–LPFM importa antes de a geometria óssea oferecer maior guia (Rockwood, 10ª ed., cap. 60, “Anatomia e biomecânica”).
Estabilizar não é o mesmo que produzir o maior torque de extensão. O VMO participa do mecanismo extensor; aqui, porém, o problema é a trajetória da patela e sua resistência ao deslocamento lateral. Tampouco o engate aos 20 graus representa um interruptor: não significa que os tecidos deixem de funcionar a partir desse ponto.
À medida que aumenta a flexão, mudam a área e o local de contato patelofemoral. Usar a maior área de contato ou a flexão profunda como sinônimo de maior dependência do LPFM troca dois fenômenos diferentes.
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