Na luxação aguda traumática mais frequente da patela, a lesão osteocondral é mais comum na borda
- inferior e lateral da patela.
- inferior e medial da patela.
- superior e lateral da patela.
- superior e medial da patela.
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Conceito-chave
Na luxação traumática mais comum, a patela sai para lateral, e a lesão osteocondral característica fica na borda inferior e medial da patela. Portanto, B é a resposta. O lado para o qual a patela se desloca não é o nome da borda patelar que se fratura.
O episódio põe a borda medial da patela em relação traumática com o côndilo femoral lateral. A lesão pode desprender cartilagem acompanhada de osso subcondral, formando um fragmento osteocondral. O resumo também descreve fragmentos do côndilo lateral e contusões nesse côndilo e na faceta patelar medial na RM (Rockwood, 10ª ed., cap. 60, “Luxação aguda da patela”).
A patela pode reduzir espontaneamente. Nesse caso, o exame de imagem não precisa mostrar a luxação para que suas consequências ainda sejam reconhecidas. Derrame, contusões, lesão do ligamento patelofemoral medial e corpos livres ajudam a reconstruir o episódio.
O fragmento muda a avaliação da lesão aguda. Hemartrose grande aumenta a suspeita de lesão osteocondral e é motivo para RM no algoritmo descrito. A maioria dos autores fixa os fragmentos grandes e desviados. Isso é diferente de operar todo primeiro episódio somente para evitar recorrência, conduta que o capítulo considera controversa.
O aprendizado decisivo é manter os referenciais: luxação lateral, contusão do côndilo lateral e lesão da borda inferomedial da patela. Uma radiografia com alinhamento já restabelecido não elimina a necessidade de procurar essas lesões.
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