No trauma acetabular do idoso, a presença do gull sign na radiografia em AP afeta o teto em sua região
- superomedial, devendo ser tratada preferencialmente com osteossíntese.
- superolateral, devendo ser tratada preferencialmente com osteossíntese.
- superomedial, devendo ser tratada preferencialmente com osteossíntese combinada à artroplastia total.
- superolateral, devendo ser tratada preferencialmente com osteossíntese combinada à artroplastia total.
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Conceito-chave
A gaivota do idoso corresponde à impacção superomedial do teto. Diante desse achado de reconstrução difícil, o par que a questão privilegia é osteossíntese combinada à artroplastia total, alternativa C. Isso não torna toda gaivota uma indicação automática de prótese.
A cabeça medializa e afunda a cúpula medial. A dificuldade de manter o teto elevado ameaça a congruência mesmo após fixação. No idoso com impacção articular grave ou lesão da cabeça, o resumo considera a artroplastia aguda muito útil, mas destaca evidência limitada e decisão conforme idade fisiológica, demanda e condições clínicas (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “O paciente idoso”).
Prótese também precisa de suporte ósseo. Impactar um componente acetabular em colunas instáveis pode permitir afrouxamento precoce; por isso, quando instáveis, elas são fixadas junto com a artroplastia. A associação trata a sustentação e a articulação no mesmo planejamento.
O valor do sinal é advertir sobre falha da reconstrução isolada em um cenário de impacção importante. Ele orienta uma discussão terapêutica; não substitui TC, avaliação da lesão cefálica nem julgamento das condições do paciente.
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