Paciente vítima de acidente automobilístico com diagnóstico de trauma cranioencefálico grave (GLASGOW=3) e esmagamento da perna direita. Na sala de urgência, a equipe de ortopedia, após análise da radiografia do membro afetado, constatou uma fratura segmentar fechada da tíbia e fez a hipótese de uma síndrome compartimental aguda. Decidiu-se pelo uso de um cateter de monitorização pressórico digital. O compartimento mais comumente envolvido e o local de colocação do cateter são, respectivamente,
- anterior e anterior.
- anterior e posterior.
- lateral e anterior.
- lateral e posterior.
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Conceito-chave
O paciente inconsciente não fornece um exame doloroso confiável, e a fratura segmentar com esmagamento exige vigilância objetiva. O anterior é o compartimento mais frequentemente acometido da perna e o local habitual do cateter. Por isso, o par é anterior e anterior.
O resumo destaca que a pressão pode subir antes dos sinais clínicos. Em risco elevado e consciência rebaixada, monitorizar continuamente permite acompanhar a tendência e o delta P, documentando a pressão arterial. Pulso presente não garante perfusão muscular e não substitui essa vigilância.
O anterior e o lateral podem variar juntos, e estudos citados mostram que elevação posterior pode aparecer na leitura anterior. Se houver suspeita de um profundo não explicado pela medida, ele também deve ser avaliado. A ponta é colocada a até 5 cm do foco para captar o pico, com atenção à técnica; não se deve medir um local distante e presumir que represente todo o segmento.
Leia “Onde colocar o cateter” e “Clínica ou monitorização?”, na Biblioteca. O Glasgow 3 é decisivo para entender por que não se pode depender de dor relatada ou de esperar parestesia.
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