Na dissociação escapulotorácica com lesão completa do plexo braquial e função não restaurada, a principal indicação é
- amputação acima do nível do cotovelo.
- artrodese da escapulotorácica.
- exploração do plexo braquial.
- artrodese glenoumeral.
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Conceito-chave
A condição decisiva do enunciado não é apenas a dissociação escapulotorácica. É a combinação de lesão completa do plexo braquial e função não restaurada. O trauma pode separar a cintura escapular do esqueleto axial e lesar vasos e nervos mesmo com a pele preservada, daí a descrição de “amputação interna”.
O plexo é o componente que leva a inervação ao membro. Estabilizar os ossos ou manter circulação não garante função quando essa ligação está completamente perdida. Na análise de Zelle citada no capítulo, a extensão da lesão neurológica é o principal determinante do resultado; lesões parciais tiveram evolução melhor que as completas.
Quando a função não pode ser restaurada, a recomendação citada é amputação acima do cotovelo. A interpretação deve permanecer restrita a esse cenário, sem converter déficit parcial ou uma dissociação ainda em avaliação em indicação automática de amputação. O reparo neurológico é discutido como controverso, e explorar o plexo não equivale a demonstrar que haverá recuperação (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “O tratamento gira em torno do nervo”).
Leia essa seção no resumo da Biblioteca para diferenciar a gravidade anatômica da lesão e a possibilidade de função futura.
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