A fratura representada na figura acima é classificada, segundo BRYAN-MORREY, como do tipo

- II.
- III.
- IV.
- V.
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Conceito-chave
As fraturas do capítulo. São fraturas de cisalhamento coronal do úmero distal, pela cabeça do rádio batendo no capítulo numa queda com o cotovelo semifletido. No perfil, aparecem como um fragmento anterior e proximal ao úmero, com o sinal do duplo arco quando a tróclea está envolvida. A tomografia define o padrão.
A classificação de Bryan e Morrey (com McKee). Tipo I (Hahn-Steinthal): fragmento grande, com bom osso subcondral; o mais comum e o melhor para fixar com parafusos. Tipo II (Kocher-Lorenz): fragmento fino, em casca, quase só cartilagem com pouco osso; difícil de fixar. Tipo III: cominutivo. Tipo IV (McKee): o fragmento coronal se estende à tróclea. Não existe tipo V.
Como ler a imagem. Um fragmento fino, em lasca, com pouco osso subcondral, desviado para a frente e para cima, corresponde ao tipo II (Kocher-Lorenz).
O tratamento do tipo II. Como o fragmento tem pouco osso, parafusos seguram mal. As opções são fixação com fios (inclusive absorvíveis) ou parafusos pequenos sem cabeça quando há osso suficiente, ou excisão do fragmento quando é pequeno e não fixável. A excisão de um fragmento pequeno do capítulo é bem tolerada se o cotovelo for estável. Em qualquer caso, mobilização precoce, porque a rigidez é a principal complicação.
Na prova: Bryan e Morrey II = Kocher-Lorenz, casca osteocondral fina; I Hahn-Steinthal (bloco ósseo), III cominutivo, IV com extensão à tróclea.
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