Na fratura do coronoide tipo II de REGAN-MORREY, a manobra intraoperatória que auxilia na indicação de fixação é o(a)
- pivot-shift.
- gaveta posterior.
- estresse em varo.
- estresse em valgo.
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Conceito-chave
Regan e Morrey classificam as fraturas do coronoide pela altura do fragmento:
tipo I: avulsão da ponta;
tipo II: até 50% da altura do coronoide;
tipo III: mais de 50%.
O tipo II e a decisão de fixar: o coronoide é um batente anterior e também resiste ao varo, sobretudo pela faceta anteromedial. Um fragmento de tamanho intermediário pode ou não comprometer a estabilidade.
A manobra intraoperatória: o estresse em varo sob radioscopia. Se o cotovelo abrir ou subluxar em varo (instabilidade posteromedial), o fragmento precisa ser fixado, junto com o reparo do colateral lateral.
As outras manobras:
pivot-shift (lateral): testa a instabilidade posterolateral (colateral lateral);
estresse em valgo: testa o colateral medial;
gaveta posterior: não é a manobra usada para decidir a fixação do coronoide.
Na prova: a manobra que ajuda a indicar a fixação do coronoide tipo II é o estresse em varo.
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