Na fixação minimamente invasiva da fratura diafisária do úmero com placa em ponte anterior, o nervo em risco é o
- mediano, na incisão distal.
- mediano, na incisão proximal.
- musculocutâneo, na incisão distal.
- musculocutâneo, na incisão proximal.
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Conceito-chave
Na placa em ponte anterior minimamente invasiva, a janela distal exige atenção ao musculocutâneo, alternativa C. A posição da incisão importa: não se escolhe o nervo apenas pelo fato de o radial ser muito lesado nas fraturas do úmero.
A janela fica ao longo da borda lateral do bíceps, cerca de 5 cm acima da prega do cotovelo. Entra-se no intervalo bíceps-braquial e divide-se o braquial longitudinalmente, mantendo o musculocutâneo com a metade medial; a metade lateral ajuda a proteger o radial (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Placa minimamente invasiva”).
A placa segue por um túnel extraperiosteal entre as janelas. A preservação do foco pode ser útil, mas não transforma a passagem de implante e parafusos em manobra sem risco. O resumo descreve radial muito próximo do material, sobretudo nas fraturas distais, e um parafuso anteroposterior percutâneo capaz de ameaçar ambos os nervos.
“Musculocutâneo distal” não significa “radial seguro em toda a técnica”. São relações de risco diferentes. Os autores não recomendam MIPO indiscriminadamente e ressaltam experiência, abertura suficiente para visualizar as estruturas e seleção do padrão, evitando a técnica com paralisia radial prévia.
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