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Questão de Fratura da diáfise do úmero (TECOC/SBCOC Ombro e Cotovelo)

Trauma adultoFratura da diáfise do úmeroTECOC/SBCOC Ombro e Cotovelo

Na fixação minimamente invasiva da fratura diafisária do úmero com placa em ponte anterior, o nervo em risco é o

  1. mediano, na incisão distal.
  2. mediano, na incisão proximal.
  3. musculocutâneo, na incisão distal.
  4. musculocutâneo, na incisão proximal.
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Gabarito: C · musculocutâneo, na incisão distal.

Conceito-chave

Na placa em ponte anterior minimamente invasiva, a janela distal exige atenção ao musculocutâneo, alternativa C. A posição da incisão importa: não se escolhe o nervo apenas pelo fato de o radial ser muito lesado nas fraturas do úmero.

A janela fica ao longo da borda lateral do bíceps, cerca de 5 cm acima da prega do cotovelo. Entra-se no intervalo bíceps-braquial e divide-se o braquial longitudinalmente, mantendo o musculocutâneo com a metade medial; a metade lateral ajuda a proteger o radial (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Placa minimamente invasiva”).

A placa segue por um túnel extraperiosteal entre as janelas. A preservação do foco pode ser útil, mas não transforma a passagem de implante e parafusos em manobra sem risco. O resumo descreve radial muito próximo do material, sobretudo nas fraturas distais, e um parafuso anteroposterior percutâneo capaz de ameaçar ambos os nervos.

“Musculocutâneo distal” não significa “radial seguro em toda a técnica”. São relações de risco diferentes. Os autores não recomendam MIPO indiscriminadamente e ressaltam experiência, abertura suficiente para visualizar as estruturas e seleção do padrão, evitando a técnica com paralisia radial prévia.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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