Na fratura da escápula, é indicação de tratamento cirúrgico
- o ângulo glenopolar (GPA) de 35°.
- a angulação no plano sagital de 45°.
- a medialização de 17 mm da glenoide.
- a medialização de 15 mm da glenoide + angulação no plano sagital de 10°.
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Conceito-chave
A angulação sagital de 45 graus, alternativa B, supera o limite de 40 graus do resumo e é um critério relativo de fixação. Há, porém, uma ressalva importante: os 17 mm de C entram na faixa de 15–20 mm apresentada por um dos algoritmos do capítulo.
O Rockwood, 10ª ed., cap. 33, diferencia GPA, angulação e translação. O GPA usa os polos da glenoide e o ângulo inferior da escápula; a angulação do corpo é medida no perfil. A TC 3D ajuda a entender se a aparente medialização é, na verdade, lateralização da porção infraespinal do corpo. Essas medidas não são nomes diferentes do mesmo desvio.
O próprio resumo usa dois limites para o deslocamento mediolateral. O algoritmo 33-1 cita 15–20 mm, enquanto a figura 33-19 trabalha com mais de 20 mm. Assim, B é sustentada de forma direta, mas não se deve transformar C em uma medida seguramente irrelevante. D também não pode ser julgada apenas pelo número baixo de angulação: seus 15 mm tocam a faixa do outro critério.
A indicação final continua relativa a idade, atividade, pele e estado geral. O objetivo é recuperar a relação glenoide-corpo e a função muscular, não operar automaticamente todo paciente que ultrapasse um corte.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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