A porcentagem de recorrência de instabilidade da articulação acromioclavicular após a realização da técnica de Weaver Dunn éaproximadamente:
- 5 % principalmente no plano coronal.
- 30 % principalmente no plano antero posterior.
- 30 % principalmente no plano coronal.
- 5 % principalmente no plano antero posterior.
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Conceito-chave
A técnica de Weaver-Dunn trata a luxação acromioclavicular transferindo o ligamento coracoacromial do acrômio para a ponta da clavícula (com ressecção da clavícula distal), para substituir os ligamentos coracoclaviculares rotos.
O problema: o ligamento coracoacromial é mais fraco que os coracoclaviculares originais (cerca de 20 a 25% da resistência) e não reproduz a anatomia.
O resultado: a recorrência da instabilidade chega a cerca de 30%, sobretudo no plano anteroposterior (horizontal). A técnica segura parcialmente o desvio superior, mas não controla a translação anterior e posterior da clavícula, função dos ligamentos trapezoide e acromioclaviculares.
A evolução das técnicas: a reconstrução anatômica dos dois ligamentos coracoclaviculares com enxerto de tendão (como a de Mazzocca) e o reforço com fios ou botões de sutura, além do reparo dos ligamentos acromioclaviculares, reduziram a recidiva.
Na prova: a recorrência após Weaver-Dunn é de cerca de 30%, principalmente no plano anteroposterior.
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