As imagens a seguir correspondem a uma fratura:

- Aberta, descrita por SIMMONS.
- Aberta, descrita por SEYMOUR.
- Fechada, descrita por SIMMONS.
- Fechada, descrita por SEYMOUR.
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Conceito-chave
O que as imagens mostram. Na foto, a unha de um dedo da criança está levantada na base, saindo por cima da prega ungueal proximal, com sangue e o dedo levemente fletido na ponta. Na radiografia, a falange distal desse dedo está angulada na região da base, onde fica a fise. Essa combinação, unha luxada da prega mais fratura na base da falange distal, é a fratura de Seymour.
Por que ela é exposta. No Rockwood (10ª ed., cap. 45), a fratura transversa da base da falange distal é típica da criança. A base da unha sai por cima da prega, e o leito ungueal lacerado fica interposto no foco. Esse tecido entre os fragmentos faz duas coisas: comunica a fratura com o meio externo, tornando-a exposta, e impede a redução fechada. Parece um dedo em martelo com a unha solta, mas tratá-la só com tala deixa o leito preso e a fratura contaminada.
Por que é instável. O extensor terminal puxa a epífise, e o flexor profundo puxa o fragmento distal. As duas forças mantêm a angulação, por isso quase sempre se usa fio.
O roteiro do capítulo: retirar o tecido interposto por via dorsal, reduzir, pinar, reparar o leito e recolocar a unha sob a prega; tala até a consolidação, em cerca de 4 semanas.
Na prova: unha saindo da prega + fratura fisária da falange distal = Seymour, e é exposta.
O trecho sobre a fratura epifisária de Seymour, no resumo de fraturas da mão, traz o roteiro do tratamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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