Em fraturas do quarto distal da diáfise da tíbia, a fratura articular associada mais frequentemente detectada pela tomografia computadorizada é:
- A transversa do maléolo medial.
- A fragmentada do maléolo posterior.
- O cisalhamento vertical do maléolo medial.
- O cisalhamento coronal do maléolo posterior.
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Conceito-chave
Uma fratura aparentemente diafisária no quarto distal pode esconder um traço dentro do tornozelo. Na TC, a associação típica é o cisalhamento coronal do maléolo posterior, alternativa D, especialmente nos padrões espirais distais.
O resumo descreve esse fragmento como geralmente oblíquo simples, Haraguchi I. Isso o distingue tanto da fratura do maléolo medial quanto de um fragmento posterior muito cominuído. A radiografia pode mostrar bem a diáfise e deixar passar a extensão articular; na série citada, parte desse acometimento não apareceu no exame simples (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “O traço que desce até o tornozelo”).
Descobrir antes da haste muda a sequência. Um fragmento posterior sem desvio pode se deslocar durante a instrumentação. Por isso o capítulo orienta tomografia do tornozelo no padrão de risco e pinçamento ou fixação do fragmento antes de passar a haste. Não se trata de procurar uma fratura apenas para completar a classificação: a informação protege a redução articular.
Lesões ligamentares e fraturas de outros maléolos também podem acompanhar a diáfise. A resposta não diz que elas são impossíveis; identifica o padrão mais frequente apresentado. A avaliação deve incluir o tornozelo mesmo quando a deformidade principal e a dor inicial chamam atenção para a perna.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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