A fratura mais frequentemente associada à de escápula é a de:
- Costela.
- Esterno.
- Clavícula.
- Úmero proximal.
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Conceito-chave
Costelas são as fraturas mais frequentemente associadas às da escápula nas séries do resumo. A escápula está apoiada sobre o gradil costal e, em traumas de alta energia, o mesmo impacto pode comprometer osso, parede torácica e pulmão.
A fonte informa fraturas de costelas em 27% a 65%, enquanto lesões da cintura escapular, incluindo clavícula, úmero proximal e acromioclavicular, aparecem em 8% a 47%. As faixas vêm de séries heterogêneas; não devem ser somadas nem usadas como frequência exata de um paciente individual.
A descoberta da fratura escapular no politrauma frequentemente ocorre na imagem de tórax. Isso é um convite para procurar lesões associadas, não para encerrar a investigação após identificar a linha de fratura. O resumo destaca lesões pulmonares, de cabeça, grandes vasos e plexo, e atribui a mortalidade principalmente ao trauma intratorácico e à falência de órgãos.
A região anatômica não elimina o risco sistêmico. Uma fratura aparentemente localizada na cintura pode ser um marcador de energia e justificar revisão cuidadosa do exame e das imagens já obtidas. Em idosos com queda simples, o perfil pode ser diferente; nem toda fratura escapular representa o mesmo mecanismo.
Leia “As lesões associadas”, na Biblioteca. Relacione a proximidade do tórax com a necessidade de procurar mais do que outras fraturas do ombro.
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