Durante a redução cirúrgica das fraturas distais do úmero, é essencial a restauração anatômica das colunas lateral e medial, que, no plano coronal, apresentam angulação em relação ao eixo longitudinal da diáfise de, respectivamente:
- 20° e 45°.
- 45° e 20°.
- 15° e 35°.
- 35° e 15°.
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Conceito-chave
O úmero distal tem a forma de um triângulo: duas colunas (lateral e medial) que se abrem a partir da diáfise e sustentam a superfície articular, unidas embaixo pela tróclea, que funciona como um tirante.
A angulação das colunas no plano coronal, em relação ao eixo da diáfise:
coluna lateral: cerca de 20°; termina no capítulo, que fica à frente;
coluna medial: cerca de 45°; termina no epicôndilo medial, mais aberta para o lado.
Por que isso importa na cirurgia: na redução de uma fratura articular completa (AO C), a restauração das duas colunas com seus ângulos devolve a largura e a orientação da tróclea. Uma coluna mal reduzida estreita ou inclina a tróclea e trava o cotovelo.
A fixação: duas placas (ortogonais ou paralelas), com o maior número possível de parafusos longos no fragmento distal, interdigitados.
No plano sagital: a superfície articular fica anteriorizada cerca de 30 a 40° em relação à diáfise; a perda dessa angulação reduz a flexão.
Na prova: as colunas lateral e medial formam com a diáfise, respectivamente, 20° e 45°.
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