As fraturas do sacro classificadas pelo grupo AO como C1 podem impactar a estabilidade espinopélvica por envolver:
- O pedículo de L5.
- A faceta articular L5-S1.
- A transição sacrococcígea.
- O processo transverso de L5.
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Conceito-chave
A classificação AO Spine C1 chama atenção para o envolvimento da faceta articular L5-S1, alternativa B. Essa articulação participa da ligação entre a coluna e o sacro; um traço que a compromete pode tornar a lesão espinopélvica instável.
A classificação começa pela morfologia e acrescenta estado neurológico e modificadores. Entre as fraturas verticais, separar as que atingem a faceta das que a preservam ajuda a reconhecer perda de continuidade na junção lombopélvica (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “AO Spine: a faceta L5-S1”).
Não confunda faceta com processo transverso. A avulsão do transverso de L5 pode ocorrer pela tração do iliolombar e serve como alerta para lesão do anel. Ela não é o critério que define C1. Da mesma forma, o pedículo pode importar como ponto de fixação numa montagem lombopélvica sem ser o elemento classificatório perguntado.
As escolhas de tratamento dependem também de desvio, cifose, corredores disponíveis e déficit. O código não substitui a leitura da TC, especialmente as reconstruções sagitais quando há suspeita de dissociação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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