No tratamento cirúrgico da fratura da diáfise do fêmur, a flexão do joelho recomendada para permitir o correto ponto de entrada da haste retrógrada é de:
- 10 a 20°.
- 25 a 30°.
- 35 a 50°.
- 60 a 80°.
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Conceito-chave
Na haste retrógrada, o cirurgião precisa alcançar o canal do fêmur através do intercôndilo sem perder o alinhamento da fratura. O posicionamento descrito é joelho fletido entre 35 e 50 graus, apoiado sobre um triângulo. A alternativa C corresponde a esse intervalo.
A flexão é uma condição de acesso, mas não define sozinha o ponto de entrada. No perfil, ele fica à frente da origem do ligamento cruzado posterior, no encontro entre a tróclea e a linha de Blumensaat; no AP, deve acompanhar o canal. Uma perna colocada no ângulo correto ainda pode receber um fio em posição errada se essas duas projeções não forem conferidas (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “Haste retrógrada”).
Há também um problema no foco: o fragmento distal tende a cair para trás. O capítulo orienta usar um coxim sob a fratura, além do apoio do joelho. Isso separa duas tarefas que parecem a mesma: o triângulo posiciona o membro para a entrada e o apoio do foco ajuda a conservar a redução. Introduzir uma haste através de um foco mal alinhado não corrige necessariamente esse desvio.
A recomendação de 35 a 50 graus resume um estudo que encontrou 34 a 52 graus; não deve ser convertida em proibição absoluta de qualquer grau fora da faixa. O importante para a pergunta é reconhecer a flexão moderada da técnica descrita, sem substituir a medida por extensão quase completa ou flexão muito maior. O resumo da Biblioteca reúne o posicionamento, os marcos radiográficos e os cuidados com cartilagem e ligamento no mesmo trecho.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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