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Questão de Fratura da diáfise da tíbia (Ortopedia)

Trauma adultoFratura da diáfise da tíbiaOrtopedia

No tratamento da fratura da diáfise da tíbia com imobilização tipo PTB (patelar tendonbearing), a extremidade proximal do gesso, abaixo do joelho, é estendida até o polo patelar:

  1. Inferior para proporcionar estabilidade rotacional.
  2. Superior para proporcionar estabilidade rotacional.
  3. Inferior para proporcionar estabilidade translacional.
  4. Superior para proporcionar estabilidade translacional.
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Gabarito: A · Inferior para proporcionar estabilidade rotacional.

Conceito-chave

O gesso PTB (patellar tendon bearing, de Sarmiento) é um gesso abaixo do joelho usado na fratura da diáfise da tíbia depois da fase inicial, para permitir carga e mexer o joelho.

Como é moldado: a borda proximal sobe na frente até o polo inferior da patela, apoiando-se no tendão patelar; atrás, fica abaixo da fossa poplítea, para permitir a flexão do joelho. Os lados são moldados sobre os côndilos da tíbia.

Para que serve essa borda: o molde em volta do tendão patelar e dos côndilos tibiais dá estabilidade rotacional, porque o gesso "abraça" a parte proximal da tíbia, que tem forma triangular, e impede que a perna gire dentro dele.

O que o PTB não faz: não transfere toda a carga para o tendão patelar, como se pensava. A estabilidade vem sobretudo da compressão das partes moles em volta da fratura, que funcionam como um cilindro hidráulico.

As indicações: fraturas fechadas, estáveis, de baixa energia, com encurtamento inicial pequeno.

Na prova: no PTB, a borda proximal vai até o polo inferior da patela, para dar estabilidade rotacional.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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