No tratamento da fratura da diáfise da tíbia com imobilização tipo PTB (patelar tendonbearing), a extremidade proximal do gesso, abaixo do joelho, é estendida até o polo patelar:
- Inferior para proporcionar estabilidade rotacional.
- Superior para proporcionar estabilidade rotacional.
- Inferior para proporcionar estabilidade translacional.
- Superior para proporcionar estabilidade translacional.
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Conceito-chave
O gesso PTB (patellar tendon bearing, de Sarmiento) é um gesso abaixo do joelho usado na fratura da diáfise da tíbia depois da fase inicial, para permitir carga e mexer o joelho.
Como é moldado: a borda proximal sobe na frente até o polo inferior da patela, apoiando-se no tendão patelar; atrás, fica abaixo da fossa poplítea, para permitir a flexão do joelho. Os lados são moldados sobre os côndilos da tíbia.
Para que serve essa borda: o molde em volta do tendão patelar e dos côndilos tibiais dá estabilidade rotacional, porque o gesso "abraça" a parte proximal da tíbia, que tem forma triangular, e impede que a perna gire dentro dele.
O que o PTB não faz: não transfere toda a carga para o tendão patelar, como se pensava. A estabilidade vem sobretudo da compressão das partes moles em volta da fratura, que funcionam como um cilindro hidráulico.
As indicações: fraturas fechadas, estáveis, de baixa energia, com encurtamento inicial pequeno.
Na prova: no PTB, a borda proximal vai até o polo inferior da patela, para dar estabilidade rotacional.
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