Na fratura diafisária da tíbia do adulto, com a fíbula íntegra, tratada pelo método funcional de SARMIENTO,a complicação mais comumente observada é
- a pseudartrose.
- a rigidez subtalar.
- a deformidade angular.
- o encurtamento do membro.
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Conceito-chave
A fíbula está inteira, mas isso não garante que a tíbia permaneça alinhada na órtese. No método funcional de Sarmiento, essa combinação chama atenção para deformidade angular tardia, frequentemente em varo, alternativa C.
O apoio funcional vem da contenção das partes moles por uma órtese bem moldada. A pressão sobre os tecidos ajuda a manter a posição enquanto a carga estimula a consolidação. A fíbula íntegra não substitui esse mecanismo e, na fratura tibial desviada, o capítulo a relaciona à tendência ao varo (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Tratamento não cirúrgico: Sarmiento e os limites”).
Consolidar e consolidar no eixo são objetivos diferentes. Na série de mil fraturas fechadas, Sarmiento teve baixa taxa de pseudartrose, mas o resumo destaca fíbula íntegra entre os fatores de pior resultado pelo risco angular. Assim, a possibilidade de boa união não autoriza aceitar uma redução inicial inadequada ou deixar de acompanhar o eixo.
O encurtamento final acompanha o inicial: a órtese não aumenta nem corrige essa diferença de comprimento. Já a angulação pode se perder durante o tratamento, exigindo remoldagem, correção apropriada ou mudança da estratégia. A tíbia, ao contrário do úmero citado no resumo, não deve ser deixada desalinhada esperando melhora espontânea.
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