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Questão de Fratura da diáfise da tíbia (TARO 2010)

Trauma adultoFratura da diáfise da tíbiaTARO 2010

Na fratura diafisária da tíbia do adulto, com a fíbula íntegra, tratada pelo método funcional de SARMIENTO,a complicação mais comumente observada é

  1. a pseudartrose.
  2. a rigidez subtalar.
  3. a deformidade angular.
  4. o encurtamento do membro.
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Gabarito: C · a deformidade angular.

Conceito-chave

A fíbula está inteira, mas isso não garante que a tíbia permaneça alinhada na órtese. No método funcional de Sarmiento, essa combinação chama atenção para deformidade angular tardia, frequentemente em varo, alternativa C.

O apoio funcional vem da contenção das partes moles por uma órtese bem moldada. A pressão sobre os tecidos ajuda a manter a posição enquanto a carga estimula a consolidação. A fíbula íntegra não substitui esse mecanismo e, na fratura tibial desviada, o capítulo a relaciona à tendência ao varo (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Tratamento não cirúrgico: Sarmiento e os limites”).

Consolidar e consolidar no eixo são objetivos diferentes. Na série de mil fraturas fechadas, Sarmiento teve baixa taxa de pseudartrose, mas o resumo destaca fíbula íntegra entre os fatores de pior resultado pelo risco angular. Assim, a possibilidade de boa união não autoriza aceitar uma redução inicial inadequada ou deixar de acompanhar o eixo.

O encurtamento final acompanha o inicial: a órtese não aumenta nem corrige essa diferença de comprimento. Já a angulação pode se perder durante o tratamento, exigindo remoldagem, correção apropriada ou mudança da estratégia. A tíbia, ao contrário do úmero citado no resumo, não deve ser deixada desalinhada esperando melhora espontânea.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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