A fratura da extremidade proximal do úmero que mais frequentemente evolui para pseudartrose apóstratamento não cirúrgico é a
- da epífise.
- do colo cirúrgico.
- do tubérculo maior.
- do tubérculo menor.
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Conceito-chave
Na fratura do colo cirúrgico, a consolidação depende de manter uma ligação adequada entre cabeça e diáfise. Pouco contato cortical, cominuição metafisária e interposição de partes moles podem impedir essa união, favorecendo pseudartrose após tratamento não cirúrgico.
A perda absoluta de contato caracteriza o colo desengatado, cujo principal risco na classificação Mayo/FJD é justamente pseudartrose. O capítulo também descreve ruptura da manga periosteal, interposição do bíceps e distração por gesso pendente como fatores desfavoráveis. A pergunta cobra o local associado a essa falha de consolidação, não o padrão de maior risco vascular da cabeça (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Pseudartrose”).
O quadro pode ter dor importante e foco ainda móvel; não deve ser confundido com uma fratura que consolidou, mas deixou o tubérculo em posição inadequada. O resumo da Biblioteca aproxima esses dois tipos de sequela.
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