Na fratura do olécrano do adulto do tipo 2B da classificação de MAYO, o tratamento de escolha é
- a fixação por banda de tensão.
- a excisão da ponta do olecrano.
- o uso de parafuso de tração.
- o uso de placa e parafusos.
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Conceito-chave
A letra B muda a biomecânica do tratamento da fratura Mayo II. O número informa desvio com estabilidade umeroulnar; a letra indica cominuição. Uma fratura pode manter a relação do cotovelo e ainda precisar de fixação que reconstrua vários fragmentos sem deformar a incisura.
A preferência é placa e parafusos. O suporte deve conservar comprimento e superfície articular. O resumo alerta contra compressão excessiva que estreite a incisura sigmoide maior, produzindo incongruência.
A banda de tensão é voltada a fraturas simples, sem cominuição e proximais ao coronoide. O parafuso de tração também depende de um padrão em que a compressão tenha base para funcionar. Esses métodos não devem ser escolhidos apenas por serem técnicas conhecidas do olécrano, ignorando o B da classificação.
Excisão com avanço do tríceps é uma solução de resgate para perfil selecionado, como idoso de baixa demanda com osso ruim e fragmento dentro do limite descrito. Não é a resposta padrão a toda fratura cominutiva do adulto.
Leia “Mayo: desvio, estabilidade e cominuição” e “Placa”, na Biblioteca. O ponto é reconstruir a forma articular compatível com o padrão, e não escolher um método pela familiaridade do nome.
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