A fratura da faceta ântero-medial do processo coronoide relaciona-se à
- tríade terrível.
- fratura-luxação anterior.
- fratura-luxação posterior.
- instabilidade póstero-lateral.
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Conceito-chave
O coronoide não quebra sempre do mesmo jeito, e o lugar onde ele quebra conta a força que agiu. É essa a ideia que a banca cobra quando pergunta com que lesão a fratura da faceta anteromedial se relaciona.
Três lugares, três mecanismos. O Rockwood and Green (10ª ed., cap. 40) usa a classificação de O'Driscoll: a ponta (tipo I) é cisalhada na luxação posterolateral e acompanha a tríade terrível; a faceta anteromedial (tipo II) é esmagada sob varo; a base (tipo III) aparece nas fraturas-luxações do olécrano e da ulna proximal.
Como a faceta anteromedial quebra. Com pronação, varo e carga axial, o úmero roda sobre a ulna e a tróclea esmaga a parte anteromedial do coronoide, quase sempre com avulsão do colateral lateral. A ulna escapa para trás e para dentro: o capítulo chama esse padrão de instabilidade rotatória posteromedial em varo. A maioria não chega luxada; há história de luxação ou estalo que reduziu sozinho, e a pista é um coronoide fraturado com a cabeça do rádio intacta.
O que não é. A tríade terrível nasce do mecanismo espelho (valgo, supinação e carga axial), com fratura da ponta e da cabeça do rádio, num padrão posterolateral. A fratura-luxação anterior é a transolecraniana, em que o segmento instável é o antebraço e o coronoide, quando fratura, é um fragmento anterior grande da base.
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