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Questão de Fratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotovelo (TARO 2011)

Trauma adultoFratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotoveloTARO 2011

A fratura da faceta ântero-medial do processo coronoide relaciona-se à

  1. tríade terrível.
  2. fratura-luxação anterior.
  3. fratura-luxação posterior.
  4. instabilidade póstero-lateral.
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Gabarito: C · fratura-luxação posterior.

Conceito-chave

O coronoide não quebra sempre do mesmo jeito, e o lugar onde ele quebra conta a força que agiu. É essa a ideia que a banca cobra quando pergunta com que lesão a fratura da faceta anteromedial se relaciona.

Três lugares, três mecanismos. O Rockwood and Green (10ª ed., cap. 40) usa a classificação de O'Driscoll: a ponta (tipo I) é cisalhada na luxação posterolateral e acompanha a tríade terrível; a faceta anteromedial (tipo II) é esmagada sob varo; a base (tipo III) aparece nas fraturas-luxações do olécrano e da ulna proximal.

Como a faceta anteromedial quebra. Com pronação, varo e carga axial, o úmero roda sobre a ulna e a tróclea esmaga a parte anteromedial do coronoide, quase sempre com avulsão do colateral lateral. A ulna escapa para trás e para dentro: o capítulo chama esse padrão de instabilidade rotatória posteromedial em varo. A maioria não chega luxada; há história de luxação ou estalo que reduziu sozinho, e a pista é um coronoide fraturado com a cabeça do rádio intacta.

O que não é. A tríade terrível nasce do mecanismo espelho (valgo, supinação e carga axial), com fratura da ponta e da cabeça do rádio, num padrão posterolateral. A fratura-luxação anterior é a transolecraniana, em que o segmento instável é o antebraço e o coronoide, quando fratura, é um fragmento anterior grande da base.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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