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Questão de Fratura transtrocantérica (TARO 2011)

Trauma adultoFratura transtrocantéricaTARO 2011

Na osteossíntese do fêmur com haste intramedular anterógrada, o ponto de entrada trocantérico apresenta vantagem por

  1. facilitar a fresagem do canal medular.
  2. evitar fratura iatrogênica do fêmur proximal.
  3. facilitar o alinhamento longitudinal do fêmur.
  4. evitar a lesão sobre o tendão do glúteo médio.
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Gabarito: B · evitar fratura iatrogênica do fêmur proximal.

Conceito-chave

A banca marcou B, evitar fratura iatrogênica proximal, como vantagem da entrada trocantérica. A fonte exige uma ressalva: o acesso pode ser mais fácil e rápido, mas não elimina fratura iatrogênica. Ponto e curvatura da haste precisam combinar.

A entrada piriforme é alinhada ao canal e recebe hastes retas. Um ponto anterior demais pode causar tensões circunferenciais e fratura do colo. A trocantérica usa haste curva; se o ponto for inadequado à curva, também pode produzir deformidade e fratura. Portanto, retirar um mecanismo de risco não torna a nova montagem livre de risco (Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “Ponto de entrada”).

A vantagem clínica apresentada é a facilidade de acesso, sobretudo no obeso, com menos tempo de cirurgia e fluoroscopia. Os resultados de consolidação e complicações foram semelhantes. O glúteo médio também pode ser lesado na entrada trocantérica, como mostram os estudos anatômicos citados.

A letra oficial fica preservada no sentido comparativo histórico, mas a aula não deve prometer prevenção absoluta. Escolha de implante, posição de entrada e controle nas duas incidências continuam necessários.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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