Na fratura do tubérculo maior do úmero, a redução é dificultada por interposição
- da cápsula articular.
- do tendão do supraespinal.
- do tendão do subescapular.
- do tendão da cabeça longa do bíceps.
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Conceito-chave
Na fratura do tubérculo maior do úmero, o fragmento é puxado para cima e para trás pelo supraespinal, infraespinal e redondo menor. Para reduzir, o fragmento tem que voltar ao seu leito, ao lado do sulco bicipital.
O que pode impedir a redução: a interposição do tendão da cabeça longa do bíceps. Ele corre no sulco bicipital, justamente entre o tubérculo maior e o menor. Quando o tubérculo maior se desloca, o tendão pode escorregar para dentro do traço e ficar preso entre o fragmento e a diáfise.
A consequência: a redução fechada falha, e a cirurgia aberta deve liberar o tendão (muitas vezes com tenodese).
As indicações cirúrgicas do tubérculo maior: desvio maior que 5 mm (3 mm em atletas e em quem trabalha com o braço acima da cabeça), porque o fragmento alto causa impacto subacromial e enfraquece o manguito.
A associação: a fratura do tubérculo maior aparece com frequência na luxação anterior do ombro.
Na prova: a redução do tubérculo maior é dificultada pela interposição do tendão da cabeça longa do bíceps.
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