A quebra dos parafusos de bloqueio distal de uma haste intramedular na fratura da diáfise da tíbia está relacionada
- ao diâmetro da haste.
- ao comprimento da haste.
- ao material da haste.
- à dinamização da haste.
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Conceito-chave
A banca marcou D, dinamização da haste, mas o trecho independente do resumo sustenta outra relação: a resistência dos parafusos acompanha suas dimensões, que dependem do diâmetro da haste, alternativa A. É preciso preservar o gabarito sem apresentar como demonstrada uma explicação que a fonte não fornece.
Os furos não podem ultrapassar metade do diâmetro da haste, para não enfraquecê-la. Hastes finas, portanto, recebem parafusos mais finos, cuja resistência limita a vida da montagem. Essa é a cadeia mecânica descrita no capítulo (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Bloqueio e compressão”).
Dinamização planejada e quebra não são o mesmo evento. O resumo apresenta controvérsia sobre a vantagem do bloqueio dinâmico na tíbia, mas não estabelece que dinamizar provoque a fratura dos parafusos. Também não fornece comparação entre materiais ou comprimentos para eleger outra causa.
Na avaliação de uma falha, é importante conferir redução, diástase e evolução da consolidação. O próprio capítulo relaciona a separação residual do foco à pseudartrose. A pergunta isolada não permite identificar por que um implante específico quebrou nem se a consolidação já ocorreu.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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