A posição recomendada para artrodese da interfalângica proximal do dedo indicador é de
- 10°.
- 25°.
- 40°.
- 55°.
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Conceito-chave
Por que o ângulo muda de dedo para dedo. A artrodese da interfalângica proximal (IFP) é indicada em artrose grave, instabilidade irreparável, sequelas de trauma e infecção. A posição de fusão segue a cascata normal dos dedos: os dedos radiais (indicador) trabalham mais em precisão (pinça com o polegar, escrever), e precisam de menos flexão; os dedos ulnares (anular e mínimo) trabalham mais em força (preensão de cabos, objetos), e precisam de mais flexão.
Os ângulos usados. Na IFP, a flexão aumenta de radial para ulnar: indicador cerca de 40 graus, médio cerca de 45, anular cerca de 50 e mínimo cerca de 55 graus. As fontes variam alguns graus, mas a lógica do aumento progressivo é constante. Na interfalângica distal, a fusão é feita em extensão ou leve flexão (0 a 10 graus). Na metacarpofalângica do polegar, em cerca de 10 a 20 graus de flexão; na interfalângica do polegar, em cerca de 10 a 20 graus.
Outros cuidados. Corrigir a rotação (os dedos devem convergir para o escafoide ao fletir) e o desvio lateral (discreta convergência). Técnicas: banda de tensão, parafusos (sem cabeça ou interfragmentários) e placas.
O contraste com a artroplastia. Na IFP, a artroplastia (silicone, pirocarbono, superfície) preserva movimento e é preferida nos dedos ulnares (médio, anular, mínimo) de pacientes pouco exigentes, enquanto a artrodese é preferida no indicador, que precisa de estabilidade lateral para a pinça com o polegar.
Na prova: artrodese da IFP: indicador cerca de 40 graus, aumentando para os dedos ulnares (até cerca de 55 no mínimo).
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