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Questão de Fratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotovelo (TARO 2011)

Trauma adultoFratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotoveloTARO 2011

Na fratura de olécrano, a classificação de MAYO leva em consideração

  1. a cominuição, o desvio e a instabilidade umeroulnar.
  2. a cominuição, a instabilidade radiulnar proximal e o desvio.
  3. o desvio, o potencial de redução e a instabilidade radiulnar proximal.
  4. a cominuição, o potencial de redução e a instabilidade umerorradial.
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Gabarito: A · a cominuição, o desvio e a instabilidade umeroulnar.

Conceito-chave

Mayo combina o estado da fratura com a estabilidade umeroulnar. Ela não usa apenas a quantidade de fragmentos. Os tipos são definidos por desvio e estabilidade, enquanto A e B informam se existe cominuição.

TipoCaracterística principal
IFratura sem desvio.
IIFratura desviada, com relação umeroulnar estável.
IIIPadrão instável.

Em cada tipo, A é sem cominuição e B é com cominuição. Assim, IIB significa desviado, estável e cominutivo. “Estável” não significa que a fratura esteja sem desvio nem que sempre possa ser tratada apenas com gesso; refere-se à relação articular considerada pela classificação.

Essa combinação orienta o método de fixação. O resumo favorece placa para cominutivas e instáveis; banda de tensão é apropriada a traços simples sem cominuição e com cotovelo estável. O objetivo é manter a incisura congruente e permitir movimento precoce com fixação adequada.

Leia “Mayo: desvio, estabilidade e cominuição”, na Biblioteca, e compare os exemplos de banda e placa. Separar o número da letra ajuda a usar a classificação para compreender o tratamento.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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