Na fratura de olécrano, a classificação de MAYO leva em consideração
- a cominuição, o desvio e a instabilidade umeroulnar.
- a cominuição, a instabilidade radiulnar proximal e o desvio.
- o desvio, o potencial de redução e a instabilidade radiulnar proximal.
- a cominuição, o potencial de redução e a instabilidade umerorradial.
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Conceito-chave
Mayo combina o estado da fratura com a estabilidade umeroulnar. Ela não usa apenas a quantidade de fragmentos. Os tipos são definidos por desvio e estabilidade, enquanto A e B informam se existe cominuição.
| Tipo | Característica principal |
|---|---|
| I | Fratura sem desvio. |
| II | Fratura desviada, com relação umeroulnar estável. |
| III | Padrão instável. |
Em cada tipo, A é sem cominuição e B é com cominuição. Assim, IIB significa desviado, estável e cominutivo. “Estável” não significa que a fratura esteja sem desvio nem que sempre possa ser tratada apenas com gesso; refere-se à relação articular considerada pela classificação.
Essa combinação orienta o método de fixação. O resumo favorece placa para cominutivas e instáveis; banda de tensão é apropriada a traços simples sem cominuição e com cotovelo estável. O objetivo é manter a incisura congruente e permitir movimento precoce com fixação adequada.
Leia “Mayo: desvio, estabilidade e cominuição”, na Biblioteca, e compare os exemplos de banda e placa. Separar o número da letra ajuda a usar a classificação para compreender o tratamento.
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