Na fratura-luxação de GALEAZZI no adulto, o tratamento de escolha é a redução
- incruenta e imobilização.
- cruenta e osteossíntese com placa de compressão.
- cruenta e osteossíntese intramedular.
- cruenta e colocação de fixador externo.
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Conceito-chave
Na Galeazzi do adulto, reconstruir o rádio é o primeiro passo para recuperar a relação com a ulna distal. A lesão combina fratura da diáfise radial, habitualmente distal, com comprometimento da radioulnar distal. O tratamento de escolha no resumo é redução aberta e fixação com placa, restaurando comprimento, alinhamento, rotação e curvatura.
O gesso não neutraliza adequadamente as forças do pronador quadrado, braquiorradial e músculos do polegar que deformam o rádio. Uma redução inicial aparentemente satisfatória pode não se manter, deixando incongruência e perda de rotação. Essa é a base para a preferência cirúrgica no adulto, e não apenas uma regra de que toda fratura com nome próprio deve ser operada.
Depois da placa, a articulação distal precisa ser testada em diferentes rotações. Se ficar estável, recebe proteção apropriada; se reduzida porém instável, pode exigir fios e eventual reparo da fibrocartilagem triangular. Se não reduzir, primeiro se confere o rádio e depois se procura interposição. Assim, “placa no rádio” inicia o tratamento, mas não encerra a avaliação da Galeazzi.
Leia “Tratamento: placa no rádio e teste da radioulnar distal”, na Biblioteca. Relacione a reconstrução óssea à estabilidade articular antes de escolher apenas o material de fixação.
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