Na via de acesso de BOYD, o nervo interósseo posterior fica mais protegido com o antebraço em
- pronação e o cotovelo em flexão.
- supinação e o cotovelo em flexão.
- pronação e o cotovelo em extensão.
- supinação e o cotovelo em extensão.
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Conceito-chave
A via de Boyd é um acesso posterolateral ao cotovelo e ao terço proximal do rádio e da ulna. A incisão segue a borda subcutânea da ulna, e o ancôneo e o supinador são soltos da ulna em bloco (subperiosteal), expondo a cabeça do rádio, o colo e a ulna proximal. É usada na Monteggia e nas fraturas proximais combinadas.
O nervo em risco: o interósseo posterior, que passa dentro do supinador, enrolado no colo do rádio.
Como protegê-lo:
pronação do antebraço: leva o nervo para longe do campo (para medial e anterior);
flexão do cotovelo: relaxa as estruturas e afasta o nervo do colo do rádio;
dissecção subperiosteal: o supinador é levado inteiro, com o nervo dentro dele.
A supinação faz o contrário: traz o nervo para o campo lateral.
A regra geral: nas vias laterais e posteriores ao rádio proximal (Kocher, Kaplan, Boyd), pronar protege o interósseo posterior; na via anterior de Henry, o supinador é solto em supinação, levando o nervo junto.
Na prova: na via de Boyd, o interósseo posterior fica mais protegido com o antebraço em pronação e o cotovelo em flexão.
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