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Questão de Fratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotovelo (TARO 2011)

Trauma adultoFratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotoveloTARO 2011

Na via de acesso de BOYD, o nervo interósseo posterior fica mais protegido com o antebraço em

  1. pronação e o cotovelo em flexão.
  2. supinação e o cotovelo em flexão.
  3. pronação e o cotovelo em extensão.
  4. supinação e o cotovelo em extensão.
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Gabarito: A · pronação e o cotovelo em flexão.

Conceito-chave

A via de Boyd é um acesso posterolateral ao cotovelo e ao terço proximal do rádio e da ulna. A incisão segue a borda subcutânea da ulna, e o ancôneo e o supinador são soltos da ulna em bloco (subperiosteal), expondo a cabeça do rádio, o colo e a ulna proximal. É usada na Monteggia e nas fraturas proximais combinadas.

O nervo em risco: o interósseo posterior, que passa dentro do supinador, enrolado no colo do rádio.

Como protegê-lo:

pronação do antebraço: leva o nervo para longe do campo (para medial e anterior);

flexão do cotovelo: relaxa as estruturas e afasta o nervo do colo do rádio;

dissecção subperiosteal: o supinador é levado inteiro, com o nervo dentro dele.

A supinação faz o contrário: traz o nervo para o campo lateral.

A regra geral: nas vias laterais e posteriores ao rádio proximal (Kocher, Kaplan, Boyd), pronar protege o interósseo posterior; na via anterior de Henry, o supinador é solto em supinação, levando o nervo junto.

Na prova: na via de Boyd, o interósseo posterior fica mais protegido com o antebraço em pronação e o cotovelo em flexão.

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