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Questão de Síndrome compartimental (TARO 2012)

Trauma adultoSíndrome compartimentalTARO 2012

Na síndrome compartimental aguda da perna, o limite inferior da pressão intracompartimental para a indicação de fasciotomia é

  1. 20 mm de Hg.
  2. 30 mm de Hg.
  3. 40 mm de Hg.
  4. 50 mm de Hg.
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Gabarito: B · 30 mm de Hg.

Conceito-chave

O gabarito oficial usa 30 mmHg de pressão intracompartimental absoluta, mas o resumo prioriza uma diferença de pressão. Delta P é diastólica menos pressão compartimental. Quanto menor essa margem, mais ameaçada fica a perfusão. Uma mesma pressão no compartimento pode ter significados diferentes em pessoas normotensas e hipotensas.

O resumo cita pressão muscular de repouso em torno de 10 mmHg e valores absolutos críticos de 30 a 50 mmHg já relatados. Entretanto, esses números não são equivalentes a um gatilho absoluto universal. Na validação do protocolo, pacientes com pressão acima de 30 mmHg e delta P normal não apresentaram pior função no acompanhamento descrito.

Para monitorização sem quadro clínico claro, o protocolo de Edimburgo indica fasciotomia com delta P abaixo de 30 mmHg mantido por mais de duas horas, considerando a tendência. Sinais claros e múltiplos exigem descompressão urgente, sem esperar completar uma janela de monitorização.

Leia “O limiar: delta P abaixo de 30 mmHg por mais de 2 horas”, na Biblioteca. Observe se a pergunta usa pressão absoluta ou diferencial: ambos podem conter o número 30 e ainda representar grandezas distintas.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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