Na síndrome compartimental aguda da perna, o limite inferior da pressão intracompartimental para a indicação de fasciotomia é
- 20 mm de Hg.
- 30 mm de Hg.
- 40 mm de Hg.
- 50 mm de Hg.
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Conceito-chave
O gabarito oficial usa 30 mmHg de pressão intracompartimental absoluta, mas o resumo prioriza uma diferença de pressão. Delta P é diastólica menos pressão compartimental. Quanto menor essa margem, mais ameaçada fica a perfusão. Uma mesma pressão no compartimento pode ter significados diferentes em pessoas normotensas e hipotensas.
O resumo cita pressão muscular de repouso em torno de 10 mmHg e valores absolutos críticos de 30 a 50 mmHg já relatados. Entretanto, esses números não são equivalentes a um gatilho absoluto universal. Na validação do protocolo, pacientes com pressão acima de 30 mmHg e delta P normal não apresentaram pior função no acompanhamento descrito.
Para monitorização sem quadro clínico claro, o protocolo de Edimburgo indica fasciotomia com delta P abaixo de 30 mmHg mantido por mais de duas horas, considerando a tendência. Sinais claros e múltiplos exigem descompressão urgente, sem esperar completar uma janela de monitorização.
Leia “O limiar: delta P abaixo de 30 mmHg por mais de 2 horas”, na Biblioteca. Observe se a pergunta usa pressão absoluta ou diferencial: ambos podem conter o número 30 e ainda representar grandezas distintas.
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