A lesão de ESSEX-LOPRESTI caracteriza-se por uma instabilidade da radioulnar distal associada à fratura da
- diáfise da ulna.
- diáfise do rádio.
- cabeça do rádio.
- estiloide do rádio.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Dor no punho pode fazer parte de uma fratura da cabeça radial. Na lesão de Essex-Lopresti, a cabeça do rádio fratura e as contenções longitudinais do antebraço falham pela membrana interóssea e pela radioulnar distal. A combinação conecta uma lesão proximal a uma instabilidade distal; por isso, examinar apenas o cotovelo pode deixar o diagnóstico incompleto.
A cabeça radial ajuda a limitar a migração proximal do rádio. Quando também há falha da membrana e da articulação distal, retirar esse apoio sem reconstrução agrava a instabilidade. O resumo recomenda testar o sistema longitudinal e examinar o punho em toda fratura da cabeça, com atenção à radioulnar distal.
A definição deve ser separada de outras fraturas-luxações. Galeazzi combina fratura do rádio com lesão radioulnar distal; Monteggia combina fratura ulnar e luxação da cabeça radial. Na Essex-Lopresti, a fratura proximal é da cabeça do rádio e a membrana interóssea é uma parte essencial do mecanismo.
No tratamento agudo, a cabeça é fixada ou substituída, e a radioulnar distal pode ser estabilizada temporariamente. A reconstrução tardia é mais difícil, o que dá importância à pista clínica no exame inicial.
Leia “Lesão de Essex-Lopresti” na Biblioteca e compare a definição com os distratores de Galeazzi e Monteggia. Localizar a fratura em cada padrão é uma forma mais segura de lembrar qual articulação perdeu sua relação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo