Segundo a classificação de Herbert para fraturas do escafóide, o tipo D2 corresponde
- à fratura instável e completa do colo.
- à pseudoartrose do escafóide.
- à fratura instável com fratura-luxação transescafoperilunar do carpo.
- ao retardo de consolidação.
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Conceito-chave
O código D2 de Herbert descreve a pseudartrose esclerótica do escafoide. A opção que diz apenas pseudartrose é a categoria correta entre as alternativas; o subtipo acrescenta uma característica que a diferencia da forma fibrosa D1.
A classificação mistura eixos que precisam ser reconhecidos: B identifica fraturas agudas instáveis, C indica retardo de consolidação e D, pseudartrose. Por isso, um traço completo ou uma luxação associada não bastam para chamar uma lesão aguda de D2.
Na não união instável, a perda da continuidade mecânica pode permitir que o fragmento distal fleta e o proximal estenda com o semilunar, levando a DISI e progressão do colapso. A esclerose e a evolução da união são informações diferentes da localização anatômica de uma fratura recente. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções Herbert/Fisher e pseudartrose.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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