A fratura de MONTEGGIA que ocorre quase exclusivamente em adultos, sendo rara em crianças, é a classificada por BADO como tipo:
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Conceito-chave
A banca selecionou o tipo II, mas “mais comum no adulto” não é sinônimo de “exclusivo do adulto”. O resumo descreve o II como o padrão predominante adulto e o IV como ocorrendo exclusivamente nessa população. O enunciado usa “quase exclusivamente”, formulação que exige cuidado para não fundir as duas afirmações.
No II, a cabeça radial vai para posterior ou posterolateral e a ulna tem ápice posterior. Lesões associadas da cabeça e do coronoide contribuem para a complexidade adulta. No IV, a cabeça é anterior e rádio e ulna fraturam proximalmente no mesmo nível. A diferença não é apenas etária: há padrões anatômicos distintos.
I e III se associam sobretudo à criança, respectivamente anterior e lateral/anterolateral. Isso ajuda a excluir esses tipos como padrão adulto típico, mas não resolve a diferença de redação entre II e IV. A escolha oficial pode ser entendida como cobrança da Monteggia típica do adulto; essa é uma leitura da prova, não a reprodução literal da palavra “exclusivamente” do livro.
Leia “A classificação de Bado” e a ressalva específica sobre o TARO 2025, na Biblioteca. Compare o padrão mais frequente com o reservado ao adulto e mantenha os dois conceitos separados.
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