As fraturas parciais da cabeça radial acometem mais frequentemente seu quadrante
- anterolateral.
- anteromedial.
- posterolateral.
- posteromedial.
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Conceito-chave
As fraturas parciais da cabeça do rádio (Mason 2) acometem mais o quadrante anterolateral.
Por quê: com o antebraço em posição neutra ou em leve supinação, que é a posição mais comum na queda com a mão espalmada, o quadrante anterolateral da cabeça é o que se apoia no capítulo e recebe o impacto.
O osso dessa região: o quadrante anterolateral também tem menos osso subcondral e menos trabéculas de suporte, porque fica na zona que não articula com a ulna (a zona segura). É mais frágil.
A coincidência útil: a zona segura para a placa (Smith e Hotchkiss) fica lateral, com o antebraço em neutro, ao lado da área que costuma fraturar. Isso facilita a fixação pela via lateral (Kocher ou Kaplan).
A indicação cirúrgica no Mason 2: bloqueio mecânico da rotação (absoluta); fragmentos grandes com desvio, degrau e instabilidade associada (relativas).
Na prova: as fraturas parciais da cabeça do rádio acometem mais o quadrante anterolateral.
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