A deformidade característica encontrada no segmento proximal da fratura subtrocantérica é:
- flexão, adução e rotação medial.
- flexão, abdução e rotação lateral.
- extensão, adução e rotação lateral.
- extensão, abdução e rotação medial.
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Conceito-chave
A região subtrocantérica. Vai do trocânter menor até cerca de 5 cm abaixo dele. É a zona do fêmur com as maiores tensões: compressão na cortical medial e tração na lateral, várias vezes o peso corporal a cada passo. As fraturas nessa região consolidam devagar e sobrecarregam os implantes.
Por que o fragmento proximal se desvia. Muitos músculos potentes se inserem no fêmur proximal, e a fratura os deixa sem oposição.
| Músculo | Inserção | Efeito no fragmento proximal |
|---|---|---|
| Iliopsoas | Trocânter menor | Flexão e rotação lateral |
| Glúteos médio e mínimo | Trocânter maior | Abdução |
| Rotadores externos curtos | Fossa trocantérica e trocânter maior | Rotação lateral |
Resultado: o fragmento proximal fica em flexão, abdução e rotação lateral.
O fragmento distal. Os adutores o puxam para medial (adução), e os isquiotibiais e o quadríceps o encurtam (translação proximal).
A armadilha cirúrgica. Se a haste cefalomedular é introduzida com o fragmento proximal ainda fletido e abduzido, o ponto de entrada fica lateral e a fratura consolida em varo e flexão, com risco de falha do implante e pseudartrose. Para reduzir:
- alinhar o fragmento distal ao proximal (tração com o membro em abdução e flexão), em vez do contrário;
- usar pinças percutâneas, alavancas (*joysticks*), bola de empurrar e, se necessário, redução aberta com cerclagem;
- garantir o ponto de entrada correto da haste antes de fresar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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