Na via de acesso ao seio do tarso para tratamento das fraturas do calcâneo, a estrutura anatômica que deve ser seccionada para melhor exposição da subtalar é o:
- retináculo dos extensores.
- ligamento calcaneofibular.
- ligamento talofibular anterior.
- músculo extensor curto dos dedos.
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Conceito-chave
A via do seio do tarso é uma alternativa menos invasiva à via lateral estendida para as fraturas do calcâneo. A incisão é curta, da ponta da fíbula em direção à base do 4º metatarso, sobre o seio do tarso.
O caminho: afastam-se os tendões fibulares para baixo (com cuidado com o nervo sural) e o extensor curto dos dedos para cima. A faceta posterior da subtalar fica logo abaixo.
A estrutura seccionada: o ligamento calcaneofibular, que vai da ponta da fíbula ao calcâneo, cruza o campo e esconde a faceta posterior. Cortá-lo (ou soltá-lo) abre a visão da subtalar e permite reduzir a faceta; ele pode ser reparado no fim, se necessário.
As estruturas preservadas: o ligamento talofibular anterior (fica na frente, no tornozelo) e o retináculo dos extensores (fica acima do campo).
As vantagens da via: menos complicações de ferida e possibilidade de operar mais cedo que pela via estendida, com redução direta da faceta posterior.
Na prova: na via do seio do tarso, seciona-se o ligamento calcaneofibular para expor a subtalar.
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