Na fixação do fragmento medial da imagem a seguir, a estrutura em risco e a sua posição em relação à clavícula são, respectivamente,

- plexo braquial e inferior.
- veia subclávia e posterior.
- plexo braquial e póstero-inferior.
- artéria subclávia e póstero-superior.
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Conceito-chave
Na fixação do fragmento medial mostrado, a estrutura mais próxima e vulnerável é a veia subclávia, posterior à clavícula, alternativa B. A radiografia ajuda a localizar o segmento operado, mas não mostra diretamente a veia.
O subclávio separa o osso do feixe profundo. A veia passa logo abaixo dele, acima da primeira costela, e fica em geral a menos de 1 cm da cortical posterior na metade medial. Mais atrás estão artéria subclávia e plexo, separados da veia pelo escaleno anterior na região medial (Rockwood, 10ª ed., cap. 34, “Nervos e vasos”).
O risco muda ao longo do osso. O plexo se aproxima mais no terço médio; os vasos estão particularmente próximos da ponta medial. Por isso não basta escolher “plexo” em toda cirurgia da clavícula. A pergunta localiza a fixação no fragmento medial, onde a proximidade da veia é decisiva.
A segurança depende de evitar que broca, macho e parafuso ultrapassem sem controle a cortical profunda. A placa antiga visível não permite inferir uma lesão vascular já presente nem medir sua distância neste paciente; os números anatômicos vêm do resumo, não da radiografia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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