Na classificação da articulação acromioclavicular descrita por EMURA, ausência de disco e superfícies articulares planas caracterizam o tipo
- 2b.
- 3a.
- 3b.
- 3c.
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Conceito-chave
A classificação de Emura é morfológica. Ela descreve a articulação acromioclavicular pelo disco intra-articular e pelo formato das superfícies, não pela gravidade de uma luxação. No tipo 1, o disco é completo e separa toda a cavidade; no tipo 2, é incompleto; no tipo 3, o disco está ausente. Essa primeira separação já elimina qualquer subtipo 2 quando o enunciado diz que não há disco.
O formato distingue os subtipos sem disco. Emura subdividiu o tipo 3 em 3a, 3b e 3c conforme a conformação das superfícies articulares. Os subtipos 3a e 3b têm caráter elipsoide; no 3c, as superfícies são planas. A configuração elipsoide limita parte da rotação axial da articulação, o que pode influenciar o movimento escapular durante a elevação do braço.
Não confundir com Rockwood. Rockwood I a VI classifica a lesão traumática acromioclavicular pela integridade ligamentar e pelo sentido e magnitude do deslocamento. Emura descreve a anatomia da articulação, inclusive em pessoas sem luxação. O número 3 em uma classificação não corresponde ao grau III da outra.
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