Na fratura de corpo da escápula, é indicação cirúrgica
- o ângulo glenopolar de 30 graus.
- a translação de 50% entre os fragmentos.
- a medialização de 5 mm do fragmento lateral.
- a angulação de 45 graus entre os fragmentos na incidência de perfil escapular.
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Conceito-chave
Uma angulação de 45 graus no perfil escapular ultrapassa o limite de 40 graus usado no resumo e favorece a cirurgia: D. O alvo é o desalinhamento dos fragmentos da borda lateral, não uma medida isolada da clavícula.
A borda lateral e o pilar espinal transmitem carga da glenoide. Se o corpo consolida muito angulado, muda a relação glenoide-corpo, o trajeto dos músculos e o deslizamento sobre o tórax. Restaurar essa geometria procura preservar o ritmo escapuloumeral (Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “Medir o desvio e indicar a cirurgia”).
O resumo separa as medidas: o ângulo glenopolar é medido no AP verdadeiro, entre a linha dos polos da glenoide e a linha até o ângulo inferior. Já angulação e translação da borda lateral são avaliadas no perfil em Y ou na reconstrução 3D. Não basta ver “graus” nas duas alternativas e tratar as medidas como equivalentes.
Os critérios são relativos. Desvio importante em jovem ativo favorece fixação; condição clínica, pele, politrauma e demanda também pesam. Um GPA de 30 graus fica no intervalo de 20–60 graus que o algoritmo considera favorável ao conservador, embora não seja o valor médio normal de cerca de 41 graus. Translação em porcentagem não pode ser convertida em milímetros sem conhecer a dimensão usada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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