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Questão de Fratura do úmero proximal (TECOC/SBCOC Ombro e Cotovelo)

Trauma adultoFratura do úmero proximalTECOC/SBCOC Ombro e Cotovelo

Na fratura isolada do tubérculo maior, a melhor incidência radiográfica para sua visualização é

  1. GARTH com rotação interna do úmero.
  2. GARTH com rotação externa do úmero.
  3. GRASHEY com rotação interna do úmero.
  4. GRASHEY com rotação externa do úmero.
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Gabarito: D · GRASHEY com rotação externa do úmero.

Conceito-chave

A fratura isolada do tubérculo maior muitas vezes tem pouco desvio e passa despercebida, sobretudo depois de uma luxação anterior do ombro. Mas pequenos desvios para cima (3 a 5 mm) já causam impacto subacromial.

A melhor incidência: o AP verdadeiro do ombro (Grashey), feito com o úmero em rotação externa.

Por quê:

AP verdadeiro (Grashey): o raio é inclinado cerca de 40° em relação ao plano do tórax, alinhado com a escápula; a glenoide aparece de perfil, sem sobreposição com a cabeça;

rotação externa: o tubérculo maior roda para a lateral e aparece de perfil, na borda do úmero, permitindo medir o desvio superior.

As outras incidências:

rotação interna: o tubérculo maior roda para trás e fica sobreposto à cabeça;

Garth (apical oblíqua): mostra fraturas da borda anteroinferior da glenoide e lesões de Hill-Sachs;

axilar: mostra o desvio posterior do tubérculo e a luxação.

A TC: define melhor o desvio quando a radiografia deixa dúvida.

Na prova: a melhor incidência para o tubérculo maior isolado é o Grashey com rotação externa do úmero.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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