Na fratura isolada do tubérculo maior, a melhor incidência radiográfica para sua visualização é
- GARTH com rotação interna do úmero.
- GARTH com rotação externa do úmero.
- GRASHEY com rotação interna do úmero.
- GRASHEY com rotação externa do úmero.
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Conceito-chave
A fratura isolada do tubérculo maior muitas vezes tem pouco desvio e passa despercebida, sobretudo depois de uma luxação anterior do ombro. Mas pequenos desvios para cima (3 a 5 mm) já causam impacto subacromial.
A melhor incidência: o AP verdadeiro do ombro (Grashey), feito com o úmero em rotação externa.
Por quê:
AP verdadeiro (Grashey): o raio é inclinado cerca de 40° em relação ao plano do tórax, alinhado com a escápula; a glenoide aparece de perfil, sem sobreposição com a cabeça;
rotação externa: o tubérculo maior roda para a lateral e aparece de perfil, na borda do úmero, permitindo medir o desvio superior.
As outras incidências:
rotação interna: o tubérculo maior roda para trás e fica sobreposto à cabeça;
Garth (apical oblíqua): mostra fraturas da borda anteroinferior da glenoide e lesões de Hill-Sachs;
axilar: mostra o desvio posterior do tubérculo e a luxação.
A TC: define melhor o desvio quando a radiografia deixa dúvida.
Na prova: a melhor incidência para o tubérculo maior isolado é o Grashey com rotação externa do úmero.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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