Na fratura da glenoide, quando a cabeça do úmero colide no centro da concavidade, geralmente ocorre fratura GOSS-IDEBERG tipo
- IA.
- IB.
- IV.
- VI.
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Conceito-chave
As fraturas da glenoide. São fraturas intra-articulares da escápula. A classificação de Ideberg, modificada por Goss, descreve o traço, e o traço depende de onde a cabeça do úmero bate na glenoide, o que a transforma num mapa de mecanismos.
Os tipos. IA: fratura da borda anterior (a cabeça bate na frente, na luxação anterior; é o Bankart ósseo). IB: fratura da borda posterior (luxação posterior). II: traço transverso ou oblíquo pela glenoide que sai pela borda lateral da escápula, com fragmento inferior; a cabeça bate na parte inferior da concavidade. III: traço oblíquo que sai pela borda superior, com fragmento superior (às vezes com lesão do complexo suspensório superior). IV: traço transverso que atravessa a glenoide e sai pela borda medial da escápula, dividindo-a em metades superior e inferior; a cabeça bate no centro da concavidade. V: combinações (Va = II + IV; Vb = III + IV; Vc = II + III + IV). VI: cominuição grave da superfície articular.
Quando operar. Fraturas com degrau articular acima de 4 a 5 mm, subluxação persistente da cabeça, fragmentos da borda que tornam o ombro instável (borda anterior acima de cerca de 20 a 25% da glenoide) ou lesões associadas do complexo suspensório superior. As vias são anterior (deltopeitoral) para a borda anterior e posterior (Judet ou modificada) para os demais. O tipo VI geralmente é tratado sem cirurgia, com mobilização precoce, porque a fixação é impossível.
Na prova: cabeça do úmero batendo no centro da glenoide = Goss-Ideberg IV (traço transverso saindo pela borda medial); borda anterior = IA; posterior = IB.
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