A fratura do terço lateral da clavícula demonstrada pela figura a seguir é classificada por ROBINSON como sendo do tipo

- 3A 1.
- 3A 2.
- 3B 1.
- 3B 2.
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Conceito-chave
O desenho mostra uma fratura distal, desviada e extra-articular, sem traço demonstrado dentro da acromioclavicular. Em Robinson, a combinação é 3B1, alternativa C.
Robinson numera as regiões de medial para lateral: 1 medial, 2 médio, 3 distal. Isso difere de Allman, em que grupo I é o terço médio. Depois da região, A identifica alinhamento cortical preservado e B, desvio. No distal, o último número separa extra-articular de intra-articular (Rockwood, 10ª ed., cap. 34, “Robinson”).
| Tipo distal | Relação |
|---|---|
| 3A1 | Sem desvio, extra-articular |
| 3A2 | Sem desvio, intra-articular |
| 3B1 | Desviada, extra-articular |
| 3B2 | Desviada, intra-articular |
O desenho permite reconhecer a separação e o desvio dos fragmentos. Não permite medir em milímetros a distância nem demonstrar, sozinho, a integridade de cada ligamento. O tratamento também não deriva apenas de escrever 3B1: instabilidade, pega distal, demanda e condições do paciente entram na decisão.
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